Atila e suas poesias patéticas

Um blog sobre amor, poesia, inveja branca e outras coisas idiotas. Não perca seu tempo.

domingo, 2 de setembro de 2012

Do lobo vieste. Ao lobo retornará.

›
Lembro do dia em que fui cordeiro Lépido no campo de centeio Em dia de festa santa Pastores cortavam minha garganta Por vezes tentei ...
Um comentário:
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

tumba anônima

›
Eu tô me esquecendo do teu cheiro, sorriso, gosto. É como se fosse um morto, do qual se perde a foto, e esquece o rosto. São como todos aq...
Um comentário:
terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Meu amado cavaleiro

›
Ficar abraçado contigo é o meu abrigo. É tudo que eu preciso. E não é só porque tu tens o mais belo sorriso, o humor de Dionísio e a força d...
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Um verão sem sol

›
Do sangue que jorra do meu coração, escrevi este poema. As palavras soam cacofônicas, afônicas, não rima um fonema. Eu nunca rezei ao Senhor...
3 comentários:
quinta-feira, 24 de novembro de 2011

domingo lindo

›
Eu não tenho namorada fofa ou namorado lindo pra abraçar no domingo. Minhas lembranças da infância são memórias de infâmia. Na liturgia, sen...
terça-feira, 8 de novembro de 2011

Disco ao contrário

›
Escárnio. Toca o disco do Roberto ao contrário. Ouve a melodia fria que levanta os mortos e mata a paixão. Acorde o peito de quem vive a set...
terça-feira, 1 de novembro de 2011

Assim cantam os bardos

›
Desce ele do cavalo com sua bastarda em mãos Treme toda a tirania, foge todo o vilão Seu braço forte afugenta o inimigo Seu coração bravo in...
›
Página inicial
Ver versão para a web

Eu?

Minha foto
Atila
Porto Alegre, Rio Grande do Sul., Brazil
o outro.
Ver meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.